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Quando a gente é criança, uma das primeiras coisas que aprendemos são os estados físicos da água: sólido, líquido e gasoso. Podemos...

Água que é líquida e sólida ao mesmo tempo é descoberta por cientistas

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2019


Quando a gente é criança, uma das primeiras coisas que aprendemos são os estados físicos da água: sólido, líquido e gasoso. Podemos passar a vida toda certos de que é só isso, mas, por mais incrível que possa parecer, não é bem assim…

Cientistas do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, localizado na Califórnia, publicaram um estudo para detalhar a recente descoberta da água superiônica, uma forma de água que é simultaneamente sólida e líquida, prevista por físicos teóricos há trinta anos e só agora observada de maneira real. O estudo foi publicado na Nature.

Para entender do que se trata, é preciso começar pelo básico: a água é formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio – daí a famosa fórmula H2O. Eles normalmente se agrupam num formato de V, com o átomo de oxigênio se ligando aos dois de hidrogênio.



O gelo comum, que conhecemos e usamos no dia a dia, é chamado de 1H, e as moléculas de H20 se agrupam formando espécies de hexágonos. Mas há outras formas, que se estruturam de maneiras diferentes, dependendo da temperatura e da pressão do momento do congelamento. Os cientistas conhecem ao menos doze delas.

Os cientistas do Lawrence Livermore usaram dois pedaços de diamante para comprimir uma certa quantidade de água, numa pressão de 25 mil quilogramas-força por centímetro quadrado, criando o gelo VII, cerca de 60 por cento mais denso que a água comum e sólido à temperatura ambiente.

Depois disso, utilizaram luz laser para provocar ondas de choque no gelo, elevando sua temperatura em milhares de graus centigrados e exercendo uma pressão de mais de um milhão de vezes a da atmosfera da Terra.  O gelo superiônico virou líquido a uma temperatura de 4.700 graus Celsius.



Os cientistas acreditam que essa formação de gelo pode estar presente em diferentes planetas no Sistema Solar e fora dele, incluindo Netuno e Urano. É possível que a descoberta ajude até a explicar o comportamento do campo magnético desses planetas, cujas atmosferas têm constantes chuvas de diamantes.

Com informações do New York Times
Foto de capa por Ezra Jeffrey via Creative Commons

Foto de Netuno via NASA

Se ainda pode parecer impossível abandonar o uso de plástico em nosso dia a dia, reduzir tal uso é não só possível como urgente. Um...

Você pode não acreditar, mas este copo plástico foi criado a partir de batatas

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2019


Se ainda pode parecer impossível abandonar o uso de plástico em nosso dia a dia, reduzir tal uso é não só possível como urgente. Uma empresa britânica apresentou recentemente um produto que, entre tantos outros, podem tornar o uso mais habitual do plástico algo obsoleto e desnecessário –uma espécie de plástico ecológico, totalmente reciclável e biodegradável, feito de nada menos que fécula de batata, amido de milho e celulose, componentes principais das paredes celulares da batata.

A nova embalagem da Biome Bioplásticos pode ser separada para reciclagem de papel assim como pode ser jogada em um lixo orgânico, em radical oposição ao plástico tradicional, que de modo geral não pode ser reciclado por conta do polietileno que o faz impermeável. A iniciativa da empresa vai de acordo com o compromisso assumido pelo Reino Unido de eliminar todo o plástico substituível do país até 2042.

Segundo Paul Mines, chefe-executivo da Biome, essa é a primeira vez que esse “bioplástico” é utilizado com sucesso para o desenvolvimento de copos e embalagens descartáveis, e que há muito mais a ser feito com o plástico ecológico pela frente. Os copos e embalagens da empresa, ele afirma, suportam líquidos quentes e são perfeitamente resistentes. A empresa já havia recentemente anunciado o desenvolvimento de capsulas de café biodegradáveis.

O copo criado pela Biome
 

As capsulas de café da Biome

O produto ainda não está em circulação e uso, mas a negociação para que entre no mercado já está sendo feita com diversos revendedores. Trata-se de um exemplo que ilustra perfeitamente como o uso de plástico, de modo geral, precisa e pode estar com os dias contados – para que o planeta deixe de contar seus dias.


© fotos: divulgação

A artista e desenhista nativa americana Charlene Holy Bear tem ganhado as manchetes por reinventar as possibilidades dos clássicos ...

Artista personaliza Vans com padronagens indígenas e vira hit no Instagram

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2019


A artista e desenhista nativa americana Charlene Holy Bear tem ganhado as manchetes por reinventar as possibilidades dos clássicos tênis de skates. E ela tem conquistado o interesse dos aficionados por sneakers por conta de sua interpretação dos clássicos Vans.

Charlene começou a criar os vans há quatro anos como declaração de estilo de última hora para um festival pan-tribal denominado “Recolhimento de Nações” em Albuquerque, no Novo México.

“Eu não tive tempo para preparar roupas para nós, mas eu queria que o meu filho Justus, de 4 anos, ficasse muito legal. Ele tinha um novo par de Vans e de repente tive uma ideia, olhando o design do tabuleiro de xadrez “.

 

 

Charlene explica que o tênis lembrou-lhe os mocassins tradicionais dos nativos americanos e parecia perfeito para a perspectiva de criar uma peça de arte que poderia ter a versatilidade de um sapato moderno com a beleza do beadwork.

Ela explica: “Para mim, esses Vans realmente representam uma rotação moderna na moda nativa. Eu fui para casa para a reserva recentemente vestindo um par e minha irmã me chamou de “Índia da cidade”, então acho que é isso que eles também dizem para outras pessoas “.

 

 

Imagens: Reprodução

Os catadores de lixo estão em todos os cantos de todas as cidades ao redor do Brasil. E não tem época do ano em que esse importante...

Catadores são responsáveis por 90% do lixo reciclado no Brasil, aponta IPEA

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2019


Os catadores de lixo estão em todos os cantos de todas as cidades ao redor do Brasil. E não tem época do ano em que esse importante trabalho fica mais em evidência do que o carnaval. Só no Rio  de Janeiro, no carnaval deste ano, foram 400 toneladas de lixo recolhido pela Comlurb, 30% a mais que em 2017.

Seja em bairros nobres, humildes, comerciais, nas grandes capitais ou nos interiores, os trabalhadores arrastam seu carrinho com uma série de produtos deixados para trás pela sociedade e, com criatividade e esforço coletivo, dão a eles novas funções.

De acordo com o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, há 800 mil profissionais do tipo em atividade no país e aproximadamente 85 mil associados ao Movimento Nacional.

O  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) aponta que os catadores são os responsáveis por cerca de 90% do lixo reciclado no Brasil. Só em São Paulo, 20 mil toneladas de lixo são produzidas diariamente.

Ainda no carnaval deste ano, em Recife, catadores recolheram 30 toneladas de lixo reciclável das ruas. Em Belo horizonte teve até o ‘Bloco dos Catadores’, iniciativa que ajudou a distribuir os profissionais pelos principais blocos da cidade.

Em São Paulo, a terça-feira de Carnaval foi marcada por um protesto da categoria, que reivindicava melhores condições de trabalho da Prefeitura.

Catadores de lixo são peça fundamental na reciclagem

Catar lixo não é primeira opção de ninguém. A maioria utiliza a função como via de escape para vencer o desemprego, que atinge mais de 12 milhões de pessoas em todo o país atualmente.

Um deles é Euclides Filomeno, que já tem idade superior ao que o brasileiro médio tem como expectativa de vida, 76 anos, e segue dando duro todos os dias. “Eu chego aqui 7h30, pego a carroça e vou até as 17h”, disse ele ao site Observatório do Terceiro Setor. Euclides sai do Jardim São Luiz, na zona sul, para pegar seu material de trabalho em Pinheiros, na zona oeste.

Pimp My Carroça

O Pimp My Carroça, movimento que promove a visibilidade dos catadores, realiza ações criativas com o uso do grafite para melhorar a autoestima desses trabalhadores. Só em 2016, o projeto esteve em Cuiabá, São Paulo, Bragança Paulista, Brasília e Manaus.

Nos eventos, carroças, bicicletas, charretes e outros meios que os catadores usam para realizar o trabalho são restaurados e personalizados.
O Pimp my carroça auxilia o trabalho dos catadores

“A arte faz com que o catador fique menos invisível na sociedade e causa conscientização nas pessoas”, comentou Aline Silva, de 27 anos, que auxilia na administração do projeto. “Alguns (catadores) chegam aqui e falam ‘futuramente quero ter meu próprio ferro velho’. Tem catador que possui uma equipe com 2, 3 carroças. É uma visão empreendedora”, garante ela.

O projeto brasileiro inspirou a criação de ideias semelhantes pelo mundo. 12 países já desenvolveram iniciativas inspiradas no Pimp My Carroça, o que é resultado de uma disseminação, segundo Aline, feita por meio do “boca a boca”.

“Um dos eventos, que aconteceu no Afeganistão, foi por conta de outro representante do Pimp My Carroça da Colômbia. O artista do Afeganistão gostou da ideia e realizou o evento”, afirmou ela.

O projeto agora tem até loja online

O próximo passo é modernizar o processo de comunicação. O aplicativo Cataki, disponível para iOS e Android, foi desenvolvido pelo Pimp My Carroça para servir como meio de contato entre o catador e o gerador de resíduos. A ferramenta, que permite encontrar o profissional mais próximo para fazer o descarte do material, venceu neste mês, em Paris, o Grande Prize da Netexplo/UNESCO. Eram mais de 2000 iniciativas de inovação do mundo todo.

Como se não bastasse, o Pimp My Carroça também criou uma loja online com quadros, réplicas de carroças e adesivos, tudo para celebrar os cinco anos do projeto e arrecadar fundos para ideias que vão garantir um futuro mais sustentável e, quem sabe, de maior valorização desse setor.

Fotos: Reprodução e Pimp My Carroça

Boas vidas com grandes realizações são construídas sobre felicidade pessoal e inteligência emocional, duas coisas negligenciadas pe...

A escola indiana onde ‘ensinar’ felicidade é mais importante do que matemática

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2019


Boas vidas com grandes realizações são construídas sobre felicidade pessoal e inteligência emocional, duas coisas negligenciadas pela educação tradicional. Pelo menos é o que pensam os idealizadores da Riverbend School, uma escola na Índia que pretende formar alunos felizes e aptos para melhorar o mundo.


O projeto é de Vivek Reddy e Kiran Reddy, que têm experiência no empreendedorismo e agora buscam levar novos conceitos para a educação. As palavras de Kiran sobre a escola são profundas:

“Penso que, num ponto de vista ocidental, você tende a acreditar que o ambiente controla sua felicidade. Logo, você tenta controlar seu ambiente. Numa filosofia oriental, você tende a acreditar que você controla a felicidade através de sua mente – no modo como percebe as coisas -, então é possível desconectar o ambiente de sua felicidade. Idealmente, é isso que queremos ensinar às crianças”, declarou.

Na Riverbend, em vez de seguir um currículo tradicional, os próprios alunos poderão decidir o que querem aprender. “O dia pode começar com meditação ou basquete, seguido por uma manhã reprogramando um software ou recitando poemas clássicos indianos, um almoço com os amigos e uma tarde trabalhando numa incubadora de negócios dentro do campus”, dizem os idealizadores.


Os educadores vão focar na mentoria dos estudantes, ajudando-os a aprender a pensar de forma independente. O objetivo é ensinar a aprender sobre os assuntos que interessam a cada aluno, e depois integrando esse conhecimento a uma gama mais vasta de matérias.

“Se você pensa em escolas tradicionais, a prioridade é a aquisição de conhecimento – encher a cabeça das crianças com informação, depois habilidades, e, com sorte, talvez sua escola se importe com a personalidade, o caráter e o tipo de pessoa que você é”, diz Danish Kurani, responsável pelo projeto arquitetônico da escola.

“Eles me disseram que querem inverter o modelo”, conta ao explicar a proposta de Vivek e Kiran. “Vamos focar primeiro e principalmente no caráter dos estudantes e em sua personalidade. Queremos cultivar crianças felizes, pessoas compassivas, que vão sair para o mundo e fazer algo bom”.


O projeto de Kurani é inspirado em um estudo de Harvard sobre a felicidade, que aponta serem as fortes relações interpessoais a chave para a felicidade. Ao pesquisar e descobrir que o formato das aldeias tende a formar relações mais sólidas, ele decidiu fazer com que o campus imitasse uma aldeia.
No centro de tudo fica o espaço de convívio comum, rodeado pelo ambiente acadêmico. No anel exterior ficam os dormitórios (pois os alunos passarão toda a semana na Riverbend) e quadras e jardins para estimular a diversão.

“A escola é centrada em torno de uma praça central pública e tem espaços para estudar, brincar, refletir, viver e plantar. Todo aspecto do projeto encoraja a socialização”, diz Kurani.


Os responsáveis pelo projeto, que começará a ser construído ainda em 2018 e tem previsão de inauguração para 2020, ainda estão trabalhando para resolver o descompasso entre seu modelo e as leis educacionais indianas. Eles entendem que não será uma escola para todos, mas que pelo menos alguns se identificarão com a filosofia.

“As pessoas buscam universidades e carreiras bem sucedidas porque, no fim das contas, querem ser felizes. Pode ser que faça sentido focar nesse objetivo de forma mais direta”, conclui Kiran Reddy.

 

 

 


Fotos: Divulgação/Kurani

Engana-se quem pensa que histórias de amor são complicadas apenas entre seres humanos. Na pequena cidade litorânea de Waikanae, na N...

Thomas, o ganso bissexual que será enterrado ao lado do parceiro com quem viveu por 30 anos

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2019


Engana-se quem pensa que histórias de amor são complicadas apenas entre seres humanos. Na pequena cidade litorânea de Waikanae, na Nova Zelândia, um ganso chamado Thomas viveu quase 40 anos e foi um verdadeiro exemplo de amor incondicional. Agora ele deixará saudade nos 10.600 moradores do local que se reunirão para seu funeral no lago Waimanu.


Thomas viveu de forma diferente dos outros gansos. Ao invés de viver em grupo, ele fez uma parceria com um cisne negro, Henry. Os locais inicialmente pensavam ser uma fêmea, mas a falta de prole do casal logo revelou a verdade.

Thomas e Henry desfrutaram 24 anos juntos na lagoa de Kāpiti, antes que Henrietta, uma cisne feminina, fosse viver no mesmo local. Henry então o abandonou para ficar com Henrietta e os dois se tornaram pais de dezenas de cisnes. No entanto Thomas os seguiu e ajudou a criar os 68 filhotes do casal pelos próximos seis anos.


As três aves inseparáveis tornam-se celebridades locais até Henry morrer em 2009 aos 30 anos. Os gansos e os cisnes geralmente se acasalam para a vida, mas uma vez que Henry se foi, Henrietta voou para encontrar um companheiro mais novo e deixou Thomas sozinho. Os cuidadores de Thomas relataram que ficou com o coração partido e podia ser ouvido chorando por Henry.


Eventualmente, Thomas gerou filhotes próprios com outras fêmeas, mas, outro ganso chamado George, os roubou. “Dava para ver o George com as crias e Thomas atrás deles”, recorda o cuidador das aves.

À medida que ele envelhecia, ele experimentou uma série de problemas de saúde, incluindo cataratas que o deixaram cego. Em 2013 foi levado pelo Fundo de Reabilitação de Aves de Wellington, no vale de Ohariu, onde passou os dias restantes como pai adotivo de cisnes órfãos.


Thomas será enterrado sob uma placa comemorativa ao lado de seu amado cisne, Henry. “Será um dia especial, aberto a qualquer um que desejar se despedir. Esperamos ver todos vocês por lá”, convida a página de Waimanu no Facebook.

Imagens: Reprodução

Costumamos pensar – com certa razão, claro – que o Brasil é o país do Carnaval. Mas não é só por aqui que a festa, que precede a quares...

Retratos misteriosos revelam a atmosfera do Carnaval de Veneza

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2019

Costumamos pensar – com certa razão, claro – que o Brasil é o país do Carnaval. Mas não é só por aqui que a festa, que precede a quaresma e a Páscoa, faz sucesso e traz alegria.

O Carnaval de Veneza é famoso pelas elaboradíssimas máscaras e fantasias que os participantes passam meses planejando e confeccionando. O fotógrafo anônimo por trás do fotostarblog passou por lá e fez registros incríveis de momentos em que realidade e ilusão parecem se entrelaçar.

 

Você já reparou que animais domesticados como cães, porcos, cabras e coelhos têm as orelhas caídas quando comparados com se...

Animais domesticados costumam ter orelhas caídas, veja o porquê

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2019

Você já reparou que animais domesticados como cães, porcos, cabras e coelhos têm as orelhas caídas quando comparados com seus primos selvagens? Quantos lobos de orelhas caídas você já viu? A domesticação e a mudança na aparência dos animais não é coincidência, e existe uma explicação biológica para isso.


E não são só as orelhas que ficaram diferentes no passar dos séculos ao lado dos homens: os focinhos ficaram mais curtos e as cores ficaram mais claras, às vezes até malhado. Pense em um porco rosa com manchas cinza e o compare com um javali. Pense em um coelhinho malhado e no seu primo selvagem lebre. A mudança de todas essas características é chamada pelos cientistas de “síndrome da domesticação”.

Se você pensou que os animais domesticados ficaram com a aparência dessa forma porque foram selecionados pelos seres humanos, você não está errado. Mas essa seleção não foi proposital. Não havia a demanda por animais de orelha caída ou pele malhada. O que os homens de hoje e do passado precisavam era de animais dóceis. Esses animais menos assustados e agressivos foram selecionados geração após geração.


A chave para entender a ligação entre a agressividade e características físicas está nas células da crista neural. Animais com menos instinto de fugir ou lutar têm menos células de crista neural. Essas células são criadas no início do desenvolvimento embrionário dos vertebrados, e conforme o embrião cresce, elas viajam pelo corpo do feto e assumem funções diferentes. Além de influenciar a agressividade e medo dos animais, essas células também contribuem para a formação dos ossos, cartilagem e células de pigmentação da pele.


Ou seja, através de séculos de domesticação de animais, os seres humanos afetaram o nível e qualidade de células de crista neural nos animais. Ao atuar na formação dos ossos, a menor quantidade dessas células fez com que a formação facial dos animais mudasse; ao atuar nas cartilagens, as orelhas ficaram caídas; ao atuar na pigmentação da pele, os animais ficaram com cores mais claras ou malhados; e ao atuar nas glândulas adrenais, o instinto de fugir ou lutar ficou mais fraco.


Foi um estudo de 2014 publicado na revista Genetics que ligou as células da crista neural com as características físicas dos animais. Quem primeiro observou a síndrome da domesticação, porém, foi Charles Darwin, na obra A origem das espécies. “A queda é causada pela falta de uso dos músculos das orelhas, já que os animais raramente ficam alarmados por perigo”, havia considerado ele na época, antes de lançar o livro The variation of animals and plants under domestication (que acaba de completar 150 anos de publicação, no último dia 30 de janeiro!). Foi nesta última obra que ele completou uma importante falha no trabalho anterior: a teoria da hereditariedade. O livro foi escrito décadas antes da ciência da genética, e tinha suporte de dados produzidos por criadores de plantas e animais. 

Confira no vídeo abaixo (com opção de legenda em português) a relação entre as células da crista neural e a personalidade e aparência física dos animais domesticados:



fonte:via [Science Alert]